Quando
se tem um empreendimento em vista: escrever um livro, passar em um concurso de
um emprego ou fazer uma pós-graduação, sempre raciocinamos com base na relação
esforço-benefício, e muitas vezes, quando desistimos, o cálculo terá sido: “o
preço para ter essa pós será alto demais”.
Este parece, de fato, o único raciocínio pertinente, mas há também o simétrico, de direção oposta, que me parece tanto mais importante, quando, ao longo do tempo, muitos projetos são abandonados: há um preço, às vezes alto, de continuar com a vida que levamos, a saber: não ter a pós, não escrever o livro, não ter uma profissão melhor...
Este parece, de fato, o único raciocínio pertinente, mas há também o simétrico, de direção oposta, que me parece tanto mais importante, quando, ao longo do tempo, muitos projetos são abandonados: há um preço, às vezes alto, de continuar com a vida que levamos, a saber: não ter a pós, não escrever o livro, não ter uma profissão melhor...
Nessa segunda via de pensamento, descortina-se que o “desejado” não é somente aquele objetivo explícito e o “preço” não é apenas o trabalho de alcançá-lo. Começa a se evidenciar que temos a continuidade, o conforto, a inércia, a acomodação diária como objetos de desejo, e a ausência daquelas realizações pessoais e profissionais mostra-se como o que “pagamos” por mantermos aquilo que desejamos, ou seja, a vida que já temos...
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