O grupo de Aécio Neves, hoje, ainda é o mesmo de Fernando
Henrique Cardoso quando este foi presidente. Naquela época, a universidade
pública brasileira esteve à beira do caos: a UFMG, por exemplo, não teve
dinheiro nem para pagar suas contas de eletricidade e telefone várias vezes (o
que se repetiu em outras universidades). Não foi possível contratar professores
federais em todo o país durante vários anos por determinação explícita do
governo federal, sem que isso tivesse ligação nenhuma com maior racionalização
do gasto com pessoal. Na verdade, tratou-se de uma política francamente
contrária à educação, visível de forma clara no fato de que em 8 anos de
governo não tenha sido criada nem uma única universidade!! Essa mesma
orientação se pode constatar em Minas Gerais nesses 12 últimos anos, em que o
governo de Aécio/Anastasia paga um dos menores salários do Brasil aos
professores da rede estadual.
Em contraste, no governo Lula/Dilma foram criadas 18
universidades federais e dezenas de centros técnicos. É expressivo o fomento do
acesso ao ensino superior através do ProUni (programa do Ministério da Educação
que concede bolsas de estudo integrais e parciais de 50% em instituições
privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação
específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior) e o
Pronatec (criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a
oferta de cursos de educação profissional e tecnológica). O Reuni fez aumentar
em mais de 20% as vagas e cursos na educação pública federal.
Se você dá importância à educação como item significativo
para escolher um governante, então a melhor alternativa nesse segundo turno é,
incontestavelmente, Dilma Rousseff.

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